Você, mulher, que por um motivo pessoal não pode criar seu filho, não o entregue para um vizinho, conhecido ou para outra pessoa qualquer.
Não é vergonha não poder ficar com seu filho !
O correto é você sozinha - ou com seu companheiro - se dirigir ao Fórum de sua cidade e comunicar esta decisão. Nada de mal irá acontecer com você. Pelo contrário, será amparada e melhor orientada nesta decisão.
Mas só faça isso se tiver certeza daquilo que deseja, do que seu coração ditar e com decisão firme para evitar arrependimentos.
Se ainda está grávida e decidiu entregar o filho para adoção, converse com ele ainda no ventre materno. Explique que não poderá ficar com ele e, por amá-lo,irá entregá-lo para outra família.
A nova família o aguarda com ansiedade. Ela prepara documentos, passa por entrevistas, arruma a casa para receber o filho gerado em outro ventre, e que agora será “seu filho”.
Quem está cadastrado para adotar, muitas vezes recebe ofertas de crianças por fora da Vara da Infância. E essa pessoa é orientada a não aceitar, pois a pressa só traz danos a ambos os lados e, principalmente, à criança. Existem leis que devem ser respeitadas para a segurança de todos.
Neste BLOG existem endereços das comarcas aonde a mãe desistente deve se dirigir.
A mulher que entrega seu filho para adoção não pode ser discriminada pela sociedade. Pelo contrário, está realizando um “ato de coragem” e permitindo que seu filho possa viver numa família estruturada e que ela não pode oferecer.
6 comentários:
Olá Hália, e a todos da equipe adoção consciente!! primeiro gostaria de dizer que estamos com saudades de vocês e pensando seriamente em fazer o curso de novo, pois além de esclarecer, vocês nos dão uma esperança! Esperança de que por mais que demore, tudo da certo no final! Este post orientando as mães, veio em um momento para mim muito especial! Ontem terminei de ler os depoimentos de todas as pessoas no site adoção brasil, e conforme vamos lendo, cada vez mais o nosso filho ou filha, parece estar mais longe da gente, por que a maioria das pessoas que estão cadastradas nas varas e tem o seu depoimento lá, está a 2, 3 e até a 5 anos esperando a chegada dos seus filhos e filhas, e se repararmos, a maioria das pessoas que incentivam a adoção e que estão felizes já com seus filhos no colo foi pq uma vizinho do amigo do fulano que conhece ciclano, conhecia uma pessoa que não poderia por um motivo ou outro ficar com o filho, e assim eles conseguiram ter um serzinho especial para dar amor! tenho que confessar, que são depoimentos que me deixam muito entristecida! Sei que o tempo de espera, varia de comarca para comarca, das exigencias que as pessoas fazem com relação ao filho desejado. Mas é triste saber que muitas pessoas fazem este processo de maneira ilegal, acho isso muito complicado, pois você está envolvendo neste processo uma criança, uma criança que terá que educar dentro das normas da sociedade, ensinar o que é certo e errado, mas se para ter está criança como filho ou filha, você começa errado, qual é o certo, justo que ela vai aprender? Já mandei alguns e-mails para Halia, mas como fiquei realmente entritecida com esta situação resolvi, hoje resolvi escrever algo aberto! E confesso que única coisa que consegui pensar no final de semana, é se meu filho ou filha tomou direitinho a vacina no sábado, se ela ou ele ainda usa chupeta, se tomaram o cuidado de não deixar ele ou ela colacar na boca duas horas depois de tomar a vacina, e sinceramente, me preocupa saber que provavelmente, estará ainda em um abrigo, (não que seja mal cuidada, não é isso) no natal e dia das crianças, quando ela já podia estar na minha familia, sendo paparicada. Acredito que além de termos tido a mudança de juiz no ano passado, e agora a mudança de endereço da vara para o santa candida, o processo ainda seja um pouco mais demorado!
Bom , por hoje é só!!!
abraço a todos!!!
Taluana e Hélio.
Vcs poderão fazer o curso novamente,sim.Procure saber o calendário de agosto,OK?
Quando estamos " gestando psicologicamente" passamos por muitas angústias e ansiedades.Isso é normal.Servem para testar nosso desejo real, e,quando seu filho chegar,certamente dirão assustados: " Já!E agora?"Esquecerão esta fase difícil que será substituída pela alegria.
Tenham fé.O que tiver que ser será.
Eu estou habilitada para adotar desde setembro de 2008, e sempre aparece alguém falando de outro alguém que quer doar.
É complicado, como a Taluana menciona, ficamos vendo relatos de quem adotou consensualmente e está feliz com seus filhos, e nós, esperando infinitamente.
Bom, tenho conversado com mulheres que desejam doar seus filhos e sempre sigo essa recomendação de encaminhar ao fórum, mas muitas, muitas mesmo, morrem de medo de serem humilhadas ou que seus bebês fiquem em abrigos por tempo indeterminado, ou ainda, que seus familiares fiquem sabendo. Outras ainda falam da sensação real de abandono, pois ao "escolherem" os pais da crianças, se sentem menos pior...enfim...
Penso que falta informação para essas mulheres solitárias e desamparadas. Muitas decidem entregar o filho, doá-lo mais por desespero do que por não querer cuidar dele.
É urgente a necessidade de uma campanha que oriente e de uma equipe que possa realmente acompanhar essas mulheres.
Eu recebo alertas de notícias do Google e quase que diariamente crianças são jogadas no lixo, no rio, na foça...enfim...são descartadas em vários cantos do Brasil, enquanto nós a desejamos mais que tudo no mundo.
É preciso olhar para essas mães, sim, são mães, geram essas crianças...não abortam, mas não sabem o que fazer. São abanodanadas pelo companheiro...não tem coragem de contar a familares...etc. etc.
Não podemos julgar o próximo e sim tentar ver como seus olhos a situação que está passando.
Será que nosso Judiciário está realmente preparado para orientar essas mães?
Pois o que temos a dizer sobre os pais adotivos habilitados pelas Equipes Técnicas que depois de um tempo devolvem as crianças?
Há muito que se discutir sobre o tema Adoção.
Estarmos atentos aos procedimentos legais sempre e tentar o máximo possível evitar que outros caiam nas armadilhas da ansiedade e arrisquem sua paz em processos catastróficos que só trarão sofrimento para quem adota e principalmente, para a criança, mas com tanto "jeitinho brasileiro" está cada vez mais difícil!
:/
Andrea
Você tem razão em tudo que diz.Só nos resta assinar também,concordando e tentando divulgar informações.
Falar sobre adoção é tema novo.Já conteceram 13 ENAPAs-Encontros Nacionais de Adoção(veja aí no blog) e nos últimos anos existem muitas publicações. Vamos continuar na luta de divulgar e orientar,
Olá! Os parabenizo por esse trabalho. Sou Enfermeira formada pela Universidade Católica de Petrópolis (R.J.). Fui adotada, em 1961, minha genitora Araci entrgou-me a minha mãe Neusa, afinal mãe solteira e muito jovem na ocasião era um grande preconceito,e eu como mãe de 3 filhos, ei o quanto Araci foi mãe ao me entregar pra quem me amou e ama(mamãe Neusa está com 88 aninho hoje), foi um ato de amor, por todas as incapacidades materiais que se encontrava na ocasião.
Faço este contato com intuito , além de parabeniza-los , saber se podem me ajudar a encontrar o arquivo morto da Maternidade Clara Basbaun, que funcionou por muitos anos na Rua da Passagem Nª 90 , no bairro: Botafogo .
Meu email é almtbiga@gmail.com
Muito obrigada, pela oportunidade, Ana Lúcia Monteiro Teixeira, COREN: 34.205 S.P.
Ana Lúcia.
Nós, da Equipe Adoção Consciente estamos em Curitiba,PR e não temos como ajudar.Podemos sugerir que busque junto aos Conselhos de Medicina as informações sobre onde poderá estar o arquivo da Maternidade.
Desejamos "Sorte" na sua busca.
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